segunda-feira, 9 de abril de 2012

A Diferença entre Psiquiatra, Psicólogo e Psicanalista


As atuações das três profissões “psis”.

O termo “psi”, bastante utilizado pelas pessoas, muitas vezes pode ser permeado de confusão quanto aos significados, principalmente quando se refere aos profissionais indicados por este termo: psiquiatra, psicólogo ou psicanalista.

O psiquiatra é um profissional da medicina que após ter concluído sua formação, opta pela especialização em psiquiatria. Esta é realizada em 2 ou 3 anos e abrange estudos em neurologia, psicofarmacologia e treinamento específico para diferentes modalidades de atendimento, tendo por objetivo tratar as doenças mentais. Ele é apto a prescrever medicamentos, habilidade não designada ao psicólogo. Em alguns casos, a psicoterapia e o tratamento psiquiátrico devem ser aliados.

O psicólogo tem formação superior em psicologia, ciência que estuda os processos mentais (sentimentos, pensamentos, razão) e o comportamento humano. O curso tem duração de 4 anos para o bacharelado e licenciatura e 5 anos para obtenção do título de psicólogo. No decorrer do curso a teoria é complementada por estágios supervisionados que habilitam o psicólogo a realizar psicodiagnóstico, psicoterapia, orientação, entre outras. Pode atuar no campo da psicologia clínica, escolar, social, do trabalho, entre outras.

O profissional pode optar por um curso de formação em uma abordagem teórica, como a gestalt-terapia, a psicanálise, a terapia cognitivo-comportamental.

O psicanalista é o profissional que possui uma formação em psicanálise, método terapêutico criado pelo médico austríaco Sigmund Freud, que consiste na interpretação dos conteúdos inconscientes de palavras, ações e produções imaginárias de uma pessoa, baseada nas associações livres e na transferência. Segundo a instituição formadora, o psicanalista pode ter formação em diferentes áreas de ensino superior.

Por Patrícia Lopes
Equipe Brasil Escola

Fonte: http://www.brasilescola.com/curiosidades/psiquiatra-psicologo-psicanalista.htm

O que é obesidade?

A obesidade cresceu muito nos últimos anos, em função, principalmente, dos péssimos hábitos alimentares da população e seu sedentarismo.

O consumo de alimentos com açúcares e gorduras são os responsáveis pela obesidade
O consumo de alimentos com açúcares e gorduras são os responsáveis pela obesidade

Um dos mais importantes temas na atualidade refere-se à segurança alimentar mundial. Segundo informações da ONU (Organização das Nações Unidas), pouco mais de 800 milhões de pessoas passam fome no mundo, sendo a sua maior parte no Sul da Ásia e na África. Toda essa população vive em condições de desnutrição e subnutrição, ou seja, abaixo do peso ideal.

Entretanto, um paradoxo vem ocorrendo, confundindo a cabeça dos estudiosos: a população está ficando cada vez mais obesa. No Brasil, no ano de 2004, aproximadamente 39 milhões de pessoas estavam acima do peso e destas, 10,5 milhões obesas. Segundo o IBGE, é preciso estar atento ao seguinte: “nem sempre estar abaixo do peso indica desnutrição. 

A desnutrição também pode estar presente na obesidade, quando faltam os nutrientes necessários.” Ou seja, quando uma pessoa, em sua dieta cotidiana, passa a consumir alimentos pouco nutritivos, como gorduras e frituras, no lugar de alimentos saudáveis, como arroz, feijão, frutas, verduras e legumes.

Mas qual o parâmetro utilizado para calcular a desnutrição ou a obesidade?

O método mais eficaz de avaliar a saúde da população é por meio do Índice de Massa Corporal (IMC). Para a Organização Mundial da Saúde (OMS), o IMC ideal é entre 18,5 e 25. Abaixo de 18,5, a pessoa é considerada desnutrida; de 25 a 30, é considerada acima do peso; e acima de 30, obesa.
 Esse índice, IMC, é obtido por meio de uma equação matemática simples: basta dividir o seu peso (em quilos) pela sua altura ao quadrado (metros). Por exemplo, se seu peso é 80kg e sua altura é 1,80m, teremos a seguinte equação:

 =  = 24,69      0u     

Portanto, esse índice aponta que você está em condições de nutrição ideais, nem abaixo do peso, nem obeso. Entretanto, ressalta-se que o IMC é apenas um parâmetro. É necessário ter hábitos saudáveis, com uma alimentação rica em nutrientes, evitando o sedentarismo, principalmente com a prática de esportes.

Por Régis Rodrigues
Graduado em Geografia

Fonte: http://www.brasilescola.com/saude-na-escola/conteudo/o-que-obesidade.htm
 

 

PALESTRA SOBRE GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA (TURNO NOTURNO)


Foi uma noite muito proveitosa onde grande parte dos alunos poderam tirar dúvidas perninentes a temática bem como trocar experiências...
 
Os nossos agradecimentos a professora preceptora Enfª Kelly e aos estagiários de Enfermagem da Faculdade Ages!!!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

PÁSCOA CRISTÃ


TURMAS ENVOLVIDAS: 4º B (Orientação da Profª. Angélica), Se Liga C (Orientação da Profª. Valeria)

A origem do ovo de páscoa

 
Apesar de tantos formatos, o ovo de páscoa sempre esteva ligado à celebração da vida.
Apesar de tantos formatos, o ovo de páscoa sempre esteva ligado à celebração da vida.
 
Na Páscoa, a celebração da morte e ressurreição de Cristo serve como um momento especial para que os cristãos reflitam sobre o significado da vida e do sacrifício daquele que fundou uma das maiores religiões do mundo. Contudo, muitos não conseguem visualizar qual a relação existente entre essa celebração de caráter religioso com o hábito de se presentear as pessoas com ovos de chocolate.
Para responder a essa pergunta, precisamos voltar no tempo em que o próprio cristianismo estava longe de se tornar uma religião. Em várias antigas culturas espalhadas no Mediterrâneo, no Leste Europeu e no Oriente, observamos que o uso do ovo como presente era algo bastante comum. Em geral, esse tipo de manifestação acontecia quando os fenômenos naturais anunciavam a chegada da primavera.

Não por acaso, vários desses ovos eram pintados com algumas gravuras que tentavam representar algum tipo de planta ou elemento natural. Em outras situações, o enfeite desse ovo festivo era feito através do cozimento deste junto a alguma erva ou raiz impregnada de algum corante natural. Atravessando a Antiguidade, este costume ainda se manteve vivo entre as populações pagãs que habitavam a Europa durante a Idade Média.

Nesse período, muitos desses povos realizavam rituais de adoração para Ostera, a deusa da Primavera. Em suas representações mais comuns, observamos esta deusa pagã representada na figura de uma mulher que observava um coelho saltitante enquanto segurava um ovo nas mãos. Nesta imagem há a conjunção de três símbolos (a mulher, o ovo e o coelho) que reforçavam o ideal de fertilidade comemorado entre os pagãos.

A entrada destes símbolos para o conjunto de festividades cristãs aconteceu com a organização do Concilio de Niceia, em 325 d.C.. Neste período, os clérigos tinham a expressa preocupação de ampliar o seu número de fiéis por meio da adaptação de algumas antigas tradições e símbolos religiosos a outros eventos relacionados ao ideário cristão. A partir de então, observaríamos a pintura de vários ovos com imagens de Jesus Cristo e sua mãe, Maria.

No auge do período medieval, nobres e reis de condição mais abastada costumavam comemorar a Páscoa presenteando os seus com o uso de ovos feitos de ouro e cravejados de pedras preciosas. Até que chegássemos ao famoso (e bem mais acessível!) ovo de chocolate, foi necessário o desenvolvimento da culinária e, antes disso, a descoberta do continente americano.

Ao entrarem em contato com os maias e astecas, os espanhóis foram responsáveis pela divulgação desse alimento sagrado no Velho Mundo. Somente duzentos anos mais tarde, os culinaristas franceses tiveram a ideia de fabricar os primeiros ovos de chocolate da História. Depois disso, a energia desse calórico extrato retirado da semente do cacau também reforçou o ideal de renovação sistematicamente difundido nessa época.


Por Rainer Sousa
Graduado em História
Equipe Brasil Escola
 
Fonte: http://www.brasilescola.com/pascoa/a-origem-ovo-pascoa.htm

terça-feira, 3 de abril de 2012

Prática de exercício físico melhora as notas dos pequenos

 
Quem disse que não se aprende brincando? Pesquisadores afirmam que quanto mais atividade a criança pratica, melhor seu desempenho nas provas


Uma revisão de 14 estudos, realizada pela VU University, em Amsterdã, na Holanda, associou a prática de exercício físico à melhora das notas dos pequenos. A conclusão, publicada na revista científica Archives of Pediatric and Adolescent Medicine, é que quanto mais eles se mexem, melhor a performance nas aulas, sobretudo nas de matemática e interpretação de texto.

Ao chacoalhar o corpo, a criança aumenta a circulação de sangue no cérebro, melhorando a oxigenação das células envolvidas no aprendizado e na atenção. "Aí, a informação é assimilada de maneira mais rápida", esclarece o pediatra Marcelo Reibscheid, do Hospital e Maternidade São Luiz, em São Paulo. Além disso, os esportes estimulam a compreensão de regras em diferentes ambientes e situações.

Fonte: http://www.educacaofisica.com.br/index.php/escola/canais-escola/educacao-fisica-escolar/21565-pratica-de-exercicio-fisico-melhora-as-notas-dos-pequenos